João Côrtes Aborda Libertação Pessoal Em Estreia Como Diretor: “Somos Criadores Da Nossa Própria Realidade”

João Côrtes se baseou na importância da libertação pessoal para rodar o seu primeiro filme como diretor, Nas Mãos de Quem me Leva. Na produção, em que ele também assina o roteiro, a jovem Amora vai entendendo com o rumo de sua vida que seu destino depende muito mais dela mesma, do que de qualquer outro fator externo.

“Eu derramei muito do meu inconsciente na história nos dilemas dos personagens. Trago no tema do filme também um elemento de liberdade. E quando eu digo liberdade, é primeiro libertar-se da nossa própria mente, dos nossos próprios sabotadores e travas. Entender o quão forte nós somos, o quão válidos e importantes somos. E que somos criadores da nossa própria realidade. Leva tempo até reconhecermos essa força, até maturar na cabeça. Como encontrar esse senso de independência e conectar com a nossa essência”, explica o ator, que se libertou criativamente para poder estrear como cineasta.

“Sou ator e amo demais essa profissão. Mas não vejo porque me limitar a isso, se existe esse desejo de ir além, de criar, de escrever e dirigir. Foi uma experiência muito prazerosa dirigir o filme. Eu me encontrei nessa posição, me senti à vontade, livre para criar.”

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